sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013




NO DESPENHADEIRO

Eu cismo.
Eu cismo.
De repente... o abismo.
O pássaro no despenhadeiro.
O voar.
Meu olhar.
Eu a cismar.
Já visitei este lugar.
Com meu corpo presente.
Com meu sonhar.
De repente nada mais a desejar.
Apenas umas asas...
E tudo o que o passado conseguiu guardar.

sonia delsin

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